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Vale a pena abrir um consorcio para adquirir imóvel?

01 de junho de 2016

Uma espécie de meio termo entre financiamento e pagamento à vista na compra de um imóvel, é o consórcio, modalidade que vem ganhando força nos últimos anos. Neste caso, o que financia a aquisição do imóvel é o próprio dinheiro dos participantes. O lado positivo dessa alternativa é que não há cobrança de juros, pois os consorciados arcam apenas com uma taxa de administração, que varia de 1,5% a 2,4% por ano, com a correção monetária. Além disso, o percentual é muito inferior ao das linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado, que cobram juros de cerca de 12% ao ano. No financiamento imobiliário, por exemplo, o valor total com juros alcança até 2,7 vezes o valor financiado, já no consórcio, esse custo equivale a 1,5 vez o capital do investidor. A cada mês, um ou mais participantes são sorteados e, quando isso acontece, são contemplados com uma carta de crédito, que é usada para comprar à vista ou em parcelas. É possível, também, para quem tem uma boa reserva de dinheiro, tentar antecipar a aquisição do imóvel dando um lance. Aquele que sugerir o valor mais alto leva a carta de crédito.

Mesmo em um cenário negativo instaurado na economia do País, o setor de consórcios demonstra aquecimento. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), a procura de consórcios para adquirir imóveis, veículos e eletrodomésticos cresceu 1,9%, no ano de 2015, com o registro de 2,15 milhões de novas adesões e negócios, que somaram R$ 79,74 bilhões, 13,5% acima do verificado no mesmo período em 2014. O volume de crédito disponibilizado alcançou R$ 36,86 bilhões, com alta de 7,3%. Em relação apenas ao mercado imobiliário, ocorreu um avanço de 41,5%. Comparando-se aos novos contratos de 2014, houve crescimento de 43,1%. Ficou interessado em investir na modalidade? Então confere as oportunidades de imóveis no nosso site.